8 respostas sobre fatos e mitos do halo na F1 em 2018

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2018 é o ano do halo na F1. O polêmico utensílio entrará de vez na categoria a partir desta temporada, o que deverá ser uma das grandes histórias a serem observadas no mundo da velocidade.

halo

Por envolver umas das partes mais simbólicas de um carro de monoposto, que é o cockpit aberto e capacetes expostos, o halo é alvo de discórdia por parte do público. Há quem considere que a FIA fez o correto ao confirmar sua introdução na F1, mas, em compensação, muitos acham que se trata de erro crasso.

É importante considerar nesta questão que a FIA, enquanto entidade regulamentado do esporte, possui responsabilidades quanto à segurança da categoria. Isso foi bem explicado em um vídeo publicado pelo canal dos amigos do Boteco F1.

Independentemente de opiniões diversas, não podemos nos desapegar dos fatos. Ainda há muitas coisas mal-entendidas a respeito do halo e de seu funcionamento, bem como as consequências que ele trará à Fórmula 1 na próxima temporada.

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Por isso, desvendamos alguns fatos e mitos sobre o halo na F1. No vídeo posicionado no topo desta nota, respondemos a oito perguntas frequentes que são feitas a respeito da peça, mencionando alguns pontos que já pode-se concluir a respeito:

– O halo ajudaria em acidentes como o de Jules Bianchi e de Felipe Massa?
– A FIA deveria ter escolhido o aeroscreen ou o escudo?
– O halo vai atrapalhar a visibilidade?
– O halo vai atrapalhar a saída dos pilotos do carro?
– O halo vai causar problemas com peso dos carros?
– Há a possibilidade de a FIA voltar atrás e banir o halo no meio da temporada?
– O halo vai virar tendência e ser adotado por outras categorias?

COMPLEMENTO: Halo desvendado: explicações por trás da mudança do século na F1

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Bruno Ferreira

Sempre gostou de automobilismo e assiste às corridas desde que era criança. A paixão atingiu outro patamar quando viu – e ouviu – um carro de F1 ao vivo pela primeira vez. Depois disso, o gosto pelas corridas acabou se transformando em profissão. Iniciou sua trajetória como jornalista especializado em automobilismo em 2010, no mesmo ano em que se formou, quando publicou seu primeiro texto no site Tazio. De lá para cá, cobriu GPs de F1 no Brasil e no exterior, incluindo duas decisões de título (2011 e 2012), além de provas de categorias como Indy, WEC, WTCC e Stock Car.