A F1 precisa da volta dos V12? | Debate Motor #181

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Ao abandonar o GP da Rússia com uma quebra no MGU-K (sistema de recuperação de energia cinética) de sua unidade de potência, Sebastian Vettel soltou ao rádio: “Tragam de volta os V12!”.

O grito do alemão foi mais um momento de descontentamento pela falha em um equipamento tão complexo como o motor atual da F1 do que qualquer coisa. Porém, vai em linha do que Lewis Hamilton já tinha pedido há uns meses, ao dizer que gostaria de a categoria voltasse a ter motores V12, câmbio manual e pistas com área de escape menores. Ou seja, uma volta ao passado.

A posição dos dois maiores campeões da década, claro, trouxe repercussões. Ao ser questionado sobre a possibilidade, Max Verstappen, outro dos mais importantes pilotos do grid atual, chegou a dizer que acha “que seria legal ter um motor V10 ou algo assim, com um som apaixonante. O atual motor é legal no carro, mas acho que não é muito impressionante para os fãs, se comparar com um V10 ou V12”.

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Diante desta celeuma toda, o Projeto Motor resolveu analisar este fascínio de público e pilotos têm pelos modelos V12 de motores e se seria viável uma mudança das atuais unidades de potência híbridas para propulsores mais simples, como os dos anos 70 ou 90.

Para entender o caso, passamos não apenas por uma análise técnica do atual cenário da F1, mas por toda a história da configuração de quantidade de cilindros da categoria, relembrando os principais casos de motores V12 e sua real eficiência em termos de potência, de consumo de combustível e de plataforma de marketing para encantamento dos fãs.

Assista à discussão sobre os V12 no vídeo que está no alto deste texto ou diretamente em nosso canal no Youtube.


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