Bate-Pronto #2 analisa a reação de Hamilton e da Mercedes no GP da China

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Derrotados na abertura da temporada de 2017 da F1, na Austrália, Lewis Hamilton e a Mercedes reagiram da melhor forma possível na segunda corrida do ano: anotaram pole position, vitória de ponta a ponta e volta mais rápida no GP da China.

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A corrida em Xangai respondeu alguns pontos que ficaram pendentes após a etapa de Melbourne, mas, em contrapartida, também criou outros questionamentos. Assista ao Bate Pronto #2!

 Comunicar Erro

Bruno Ferreira

Sempre gostou de automobilismo e assiste às corridas desde que era criança. A paixão atingiu outro patamar quando viu – e ouviu – um carro de F1 ao vivo pela primeira vez. Depois disso, o gosto pelas corridas acabou se transformando em profissão. Iniciou sua trajetória como jornalista especializado em automobilismo em 2010, no mesmo ano em que se formou, quando publicou seu primeiro texto no site Tazio. De lá para cá, cobriu GPs de F1 no Brasil e no exterior, incluindo duas decisões de título (2011 e 2012), além de provas de categorias como Indy, WEC, WTCC e Stock Car.

  • Gabala

    O que podemos tirar do GP da China de 2017:
    1 – A briga pelo título desse ano será a primeira em cinco que envolve dois pilotos de duas equipes.
    2 – O mundo da Fórmula 1 é muito caótico e não costuma perdoar atuações “ruins”, como as de Raikkonen e Giovinazzi. É preciso paciência.
    3 – Carlos Sainz estará em 2018 numa equipe de ponta. É precipitado dizer isso com apenas 2 corridas, mas é bem capaz. Olho também nos Pérezes e Grosjeans da vida.
    4 – A Williams conseguiu a proeza de piorar o carro em condições de chuva. Créditos ao Stroll por isso.
    5 – A Force India mostra ser a equipe mais equilibrada do pelotão intermediário.