Debate Motor #20: o que uma novata precisa para não pagar mico na F1?

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A vitória de Nico Rosberg? O vacilo tático da Ferrari que custou o primeiro lugar a Sebastian Vettel? O assustador acidente de Fernando Alonso? Nada disso. Para muitos, o grande feito do GP da Austrália de 2016 foi o sexto lugar alcançado por Romain Grosjean a bordo da debutante americana Haas.

Depois da estreia tétrica das eternas nanicas Lotus/Caterham, Virgin e Hispania em 2010, tomando tempo até de bólidos da GP2 (a Manor, sucessora da Virgin, paga até hoje o preço daquele ponto de partida tão ruim), é um grande alento constatar que um time novato da F1 ainda pode mostrar um nível decente de competitividade desde o princípio.

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Antes da Haas, a Brawn iniciara sua jornada meteórica em 2009 com dobradinha, mas aquela era uma situação excepcional (tratava-se do espólio da Honda). Entre as escuderias que surgiram do zero, precisamos regressar a 2002 para encontrar alguma que tenha iniciado sua jornada na zona de pontos. Foi a Toyota, com Mika Salo, na mesma Melbourne. No caso, porém, estamos falando de uma gigante do setor automobilístico.

O que, afinal, uma escuderia precisa para entrar na principal categoria do esporte a motor sem pagar mico? É o que o comitê editorial do Projeto Motor discutiu nesta quarta-feira (23)*. Assista!

*O programa desta semana será antecipado em um dia, excepcionalmente, devido ao feriado da sexta-feira santa.

O Debate Motor #20 também está disponível para download em áudio abaixo:

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Projeto Motor