Debate Motor #34 analisa: qual é o melhor destino para Massa em 2017?

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Aproximando-se da metade do calendário, as negociações para a formação do grid da F1 em 2017 aquecem cada vez mais.

E diante dos rumores no noticiário europeu, o posto de Felipe Massa na Williams parece estar em risco. Enquanto o contrato do brasileiro se encerra no fim do ano, o time de Grove estaria interessado num acordo com Jenson Button, tentando dar um novo passo na reconstrução iniciada em 2014.

O trunfo nas mãos de Massa é uma transferência para a Renault, seduzida pela ideia de ter no elenco um piloto com experiência num time de ponta. Mas, com 35 anos e mais de 200 GPs no currículo, seria este um caminho interessante para o veterano? Será que forçar uma renovação com a Williams ainda não seja o melhor trajeto? Ou mesmo se aposentar da F1?

Leonardo Felix, Lucas Berredo e Lucas Santochi discutem  os rumos da carreira do melhor brasileiro do esporte nos últimos 20 anos. É a edição #34 do Debate Motor.

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  • Elizandro Rarvor

    Stock Car, turismo, LeMans, coisas assim, como faz o Rubens, é digno e também deve ser bem divertido.

    F1 para ele só se os carros voltarem a serem ON-OFF, tudo ou nada aceleração máxima o tempo inteiro, sem se importar com desgaste de pneus e combustível como em 2008, como acho isso improvável, melhor parar.

  • Pedro

    Massa teve seu momento na Fórmula 1. Passou.
    Hoje está na categoria para ganhar (mais) dinheiro. Duvido que alguém, ele mesmo incluso, acredite que tenha chance de voltar a lutar por títulos. Então suas opções são: assinar com a Renault para ficar na F1, ou ir para o WEC, onde poderia ter a chance de fechar a carreira com chave de ouro com um título no campeonato ou em Le mans!
    Eu escolheria o WEC.

  • Pablo Habibe

    O problema é que a Williams parece ter assumido uma cultura corporativa baseada na extrema prudencia. Eles tem muito medo de voltar para o final do grid. Para avançar, a equipe teria as opções de buscar uma parceria técnica independente, dado ser improvável sair da sombra da Mercedes usando seus motores, arriscar um projeto radical no carro, algo cada vez mais difícil com as regras restritivas e com imenso potencial para o fracasso, ou tentar mudar os pilotos e ver se alguém diferente consegue dar mais resultados.

    Para Massa, a Renault não seria ruim. Se ele tem alguma ambição de, por exemplo, ainda vencer alguma corrida antes de se aposentar, estar com os franceses pode ser uma boa aposta. O que viesse além disso seria um lucro bem inesperado e se desse tudo errado, a maior parte da culpa ainda ficaria com a equipe. Ficar na Williams não parece ter o potencial de agitar as coisas a favor de Felipe.

    Fora da Formula 1, gostaria de vê-lo tentando algo na Indy. A possibilidade de vencer uma Indy 500 poderia ser um objetivo bacana para mais algumas temporadas de monoposto…