Debate Motor #40: por que dança das cadeiras da F1 não é mais tão legal?

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Houve um tempo em que o fã da F1 iniciava o período de férias de verão europeu, tradicionalmente realizado em agosto, quase tão apreensivo quanto num fim de semana de Grand Prix. Se as emoções cessariam por quatro semanas nas pistas, chegava a hora de intensificar as especulações acerca do futuro dos principais ases da grelha.

Nos últimos anos esse encanto parece ter arrefecido. Sim, a “dança das cadeiras” segue a todo vapor em 2016, mas somente do pelotão intermediário para baixo. Com os assentos das três principais escuderias da atualidade — Mercedes, Red Bull e Ferrari — já ocupados para 2017, o frisson em torno das vagas mais atraentes acabou antes mesmo de ter esquentado para valer.

Não é a primeira vez que isso acontece em tempos recentes. Por que a tal silly season já não fascina como antes? É o que o Debate Motor edição 40 tenta responder nesta quinta-feira (11).

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  • Bravo Rezende

    Julgo que o motivo está nas mudanças que ocorrerão nos carros para 2017. Daí a valorização dos pilotos rodados e de sucesso como Button e Raikkonen para as equipes que pensam em fomentar para 2018 ou 2019, ainda que este não sejam mais competitivos. Além disso, a RedBull estragou a surpresa ao adiantar a mudança mais relevante do ano com o menino Verstappen. Mas vamos confessar, não é preciso alterar muito no quadro dos pilotos quando você já tem nas grandes equipes um tetracampeão autêntico como Vettel, um bi como Alonso e um tri (na verdade bi) como Hammilton. Não tem muito o que mudar, o objetivo deve ser dar a estes caras oportunidades de se encontrarem na pista brigando por vitória.