Debate Motor #41: até que ponto nostalgia atrapalha a F1 atual?

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A F1 parece meio perdida na tentativa de recuperar o prestígio e a emoção do passado. Os fãs cobram medidas imediatas para tornar a principal categoria do automobilismo mundial tão atrativa quanto outrora.

Como resposta veio uma série de mudanças de regulamento, todas parecendo levar, quase que como regra, a uma espécie de percurso em círculo (no qual o fim do ciclo é o lugar nenhum). Os mandatários do esporte se assemelham, por vezes, a uma barata zonza tentando fugir do inevitável encontro com a morte após se lambuzar com veneno.

Será que usar demais o espelho do passado não está atrapalhando ao invés de ajudar? O que a F1 precisa é mesmo um regresso aos parâmetros de competição dos anos 70/80? Não seria melhor apostar na vanguarda, no futuro? Até que ponto a nostalgia ajuda e até que ponto atrapalha?

São esses questionamentos que o comitê editorial do Projeto Motor tenta responder na 41ª edição do Debate Motor. Assista e deixe sua opinião.

 Comunicar Erro

Modesto Gonçalves

Começou a acompanhar automobilismo de forma assídua em 1994, curioso com a comoção gerada pela morte de Ayrton Senna. Naquela época, tomou a errada decisão de torcer por Damon Hill em vez de Michael Schumacher, por achar mais legal a combinação da pintura da Williams com o capacete do britânico. Até hoje tem que responder a indagações constrangedoras sobre a estranha preferência. Cursou jornalismo pensando em atuar especificamente com automóveis e corridas, e vem cumprindo o objetivo: formado em 2010, foi consultor do site especializado Tazio de meados de 2011 até o fim de 2013; desde maio de 2015 compõe o comitê editorial do Projeto Motor.