Debate Motor #78: Qual a solução ideal para o calendário da F1 no futuro?

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Um dos pontos observados pelo grupo Liberty Media, proprietário da F1, é situação do calendário do Mundial. O atual formato, composto por 20 provas entre março e novembro, pode ser revisto no futuro, tanto no que diz respeito ao número de corridas quanto nos locais que sediam a categoria.

Para 2018, duas provas adicionais estão confirmadas: o retorno dos GPs da Alemanha e da França. Outras novidades podem aparecer, como o GP de Portugal, que já negocia seu retorno ao calendário.

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O diretor comercial da F1, Sean Bratches, já expressou a intenção de criar calendários com mais de 21 GPs, incluindo a redução das “dobradinhas” – o que poderia resultar no fim das férias de agosto e a realização do campeonato por uma maior parte do ano.

Qual deveria ser o caminho adotado pela F1 neste sentido? Mais GPs necessariamente significam maior interesse dos fãs? E como administrar todos os fatores que envolvem a questão?

Este é o tema do Debate Motor #78.  Assista e deixe também a sua opinião.

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  • ituano_voador

    Receita básica que deu muito certo até os anos 90: menos é mais. 17 GPs no máximo, como Niki Lauda comentou recentemente, para não banalizar a categoria.