Debate Motor #95: hora dos jovens? Analisamos ano dos novatos da F1 em 2017

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Lance Stroll. Stoffel Vandoorne. E, por que não, Antonio Giovinazzi e Pierre Gasly. A temporada de 2017 marcou a estreia de pilotos promissores na F1, sendo que todos eles precisaram passar por provações importantes.

Vandoorne, em tese, debutou na categoria no ano passado, em uma aparição extra no lugar de Fernando Alonso, no Bahrein. Contudo, quando assumiu um cockpit em definitivo, enfrentou dificuldades até dar a volta por cima.

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O mesmo pode se dizer de Stroll. Criticado no início da campanha, o piloto mais jovem do grid encontrou sua boa forma e agora cresce a olhos vistos.

O Debate Motor #95 é dedicado a eles. O que podemos concluir das temporadas dos novatos? E o que eles podem projetar? Assista ao programa e deixe sua opinião ou sugestão para as próximas edições na caixa de comentários abaixo.

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  • Victor Zero

    Stroll mostra evolução e mostra que poderá ao menos ser um piloto de médio porte.
    Vandoorne pode aprontar das suas no futuro, mas eu ainda não tenho certeza de que ele vai se dar tão bem assim.
    Giovinazzi me agradou bastante na Sauber e é outro que se cair no lugar certo pode ter um rendimento legal.
    Gasly precisa de um pouco mais tempo para ser avaliado.

    Nenhum dos quatro é genial, mas podem ter uma carreira respeitável se souberem aproveitar as oportunidades.

    • Leandro Farias

      Olha, o Vandoorne dá pra dizer que é genial sim. Ele pode até não ter um estilo de pilotagem que enche os olhos, mas tem uma consistência que foi fatal nas categorias de base, fez ele pontuar na primeira corrida com carro bosta, colocou ele na frente do Alonso com carro mais bosta ainda (e diziam que só o espanhol tirava leite de pedra) e pode tornar ele o maior rival do Verstappen.

    • Leandro Farias

      Outro que precisa ser destacado é o Sainz Jr. Anda um pouco inconstante por causa da juventude e a falta de experiência tem pesado, mas já demonstrou muito talento por colocar a Toro Rosso em lugares onde ela não costuma estar.

      Fora isso, ainda foi malandro ao sair das asas da Toro Rosso pra uma equipe que pode dar tempo de desenvolvimento ao espanholzinho a curto prazo e fazê-lo campeão a médio, se tudo der certo.

    • Cassio Maffessoni

      Tá certo que nenhum deles faz o estilo “velocista” colecionador de poles de um Hamilton, Verstappen ou Vettel ou dominador de ambiente como um Alonso da vida, mas medíocres eles não são, pelo contrário eles pertencem a mesma classe que pilotos como o Bottas e o Ricciardo, são é subestimados e no caso do canadense criticam ele pelos motivos mais bostas do mundo (“Vida ganha”, “dinheiro do papai”, “piloto pagante”, “corre pro papai não tirar a mesada”, “cara de bundinha”…) e querendo os “meritocratas” da vida ou não, ele é o único piloto de fora das equipes do trio de ferro a ter um pódio nessa temporada, a única coisa que ele precisa melhorar urgente é o preparo físico, em certas pistas ver onboard dele dá uma baita aflição, o cara parece que tá dirigindo carreta queixo duro…

    • Cassio Maffessoni

      Giovinazzi vai ter que esperar até 2019 se depender do Ericsson, tudo que a Sauber não quer agora é arrumar mais confusão e rombos no caixa com esse negócio de multa rescisória de piloto e demais funcionários, coisa que era “a especialidade da casa” na gestão Monisha onde chegaram a ter contrato com 5/6 pilotos ao mesmo tempo.

      Olharia com atenção para o Ocon e também para alguns que devem vir em breve tais como a dupla Lando Norris e Charles Leclerc.