A F1 sobrevive sem participação de montadoras? | Debate Motor #112

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Não é de hoje. Toda vez em que se pensa em mudanças no regulamento na F1, vemos as grandes montadoras que participam da categoria tentando impor suas opiniões na base da força política e financeira, e com ameaças de se deixar o campeonato.

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Nos últimos meses, com o Grupo Media mostrando os primeiros rascunhos do que imagina ser melhor para as regras entrarão em vigor em 2021, tanto de motor e chassi quanto na questão promocional e de divisão de verbas, algumas marcas já começaram com o mesmo discurso. Ferrari e Mercedes são as duas mais reclamam no momento. E se olharmos pela história, não é a primeira vez que os italianos estão nesta posição.

No passado, em vários outros momentos, já vimos diversas outras fabricantes automotivas se utilizando deste artifício para tentar arrancar da FIA ou da FOM algo que gostariam. E será que a agenda dessas empresas segue o que é melhor para o esporte? E quem perde mais ao deixar à F1: a montadora ou a categoria?

No caso mais específico da Ferrari, será que o Mundial perderia valor ou parte de seu valor sem sua mais antiga participante? Ou a companhia de Maranello que ficaria mais enfraquecida sem uma de suas principais plataformas de marketing?

E se a F1, em vista da nova plataforma da F-E, resolvesse dar as costas de vez para as fábricas? É possível existir um campeonato forte no automobilismo sem participação das montadoras? Todas essas questões estão na discussão da edição 112 do Debate Motor, que está no vídeo no alto desta nota.

E se você gosta e quer participar, não se esqueça que o programa do Projeto Motor é transmitido todas as quintas-feiras ao vivo às 21 horas em nosso canal no Youtube. Assista e deixe sua opinião na caixa de comentários.

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