Geração Cadete: de pai para filho, como kart ainda sobrevive no Brasil

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A equipe do Projeto Motor foi a uma corrida de kart da categoria cadete, para pilotos de 8 a 11 anos, na Granja Viana, um dos principais kartódromos brasileiros, em São Paulo, para entender como é a relação destes jovens com o automobilismo.

Claro que logo fica a marca da identificação com o hobby ou paixão dos pais, o que normalmente é a faísca para o começo de uma carreira no esporte a motor, principalmente nestes tempos de início tão precoce. E como é isso?

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Perguntamos a alguns pilotos, pais e até preparadores como funciona esta relação na cabeça das crianças, que ainda dividem seu tempo do kart com brincadeiras como jogar bola e videogame (não necessariamente lazeres apenas para os pimpolhos), mas que já desenham no imaginário uma carreira cheia de vitórias até a F1.

E os pais? Principalmente diante de alguns sucessos, mesmo que signifiquem neste estágio um simples troféu a ser colocado na estante do quarto, não escondem o prazer de ver os filhos se envolvendo em algo que lhes dá tanto prazer.

No meio dos dois ficam os preparadores de kart, que precisam desenvolver o piloto e ao mesmo tempo segurar a motivação extra dos pais, sem deixar que eles percam a vontade de seguir empurrando a carreira das crianças.

Para amarrar toda esta relação, conversamos ainda com Rubens Barrichello, piloto duas vezes vice-campeão de F1, campeão da Stock Car e que hoje também se vê na posição de pai de um jovem piloto, com os filhos avançando em suas carreiras no automobilismo e que analisa a importância deste momento tão importante no kart na formação dos futures ases.

O resultado de todas essas conversar é “Geração Cadete”, reportagem que você pode conferir no vídeo que está no alto desta nota ou diretamente no nosso canal no YouTube. Assista à matéria sobre o kart brasileiro e deixe seu comentário.

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Lucas Santochi

Mais um fanático da gangue que criou vínculo com automobilismo desde a infância. Acampou diversas vezes nas calçadas ao redor de Interlagos para assistir aos GPs e nunca esqueceu a primeira vez que, ainda do lado de fora do autódromo, ouviu o barulho de F1 acelerando pela reta. Jornalista formado em 2004, passou por redações na época da TV Band e Abril, teve experiência na área de assessoria de comunicação esportiva até chegar ao site especializado em esporte a motor Tazio, em 2010. Passou pelas funções de redator, repórter (cobrindo diversas corridas no Brasil e exterior de F1, Indy, WEC, Stock Car, entre outras) e subeditor até o final de 2013, quando o veículo encerrou suas atividades. Trabalhou ainda como redator do UOL Esporte em 2014 até que decidiu se juntar com os outros três membros do Projeto Motor para investir na iniciativa.