Giro Rápido #2: Entenda em 3 minutos a novela do futuro do GP da Inglaterra

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Uma notícia sobre uma das corridas mais tradicionais do calendário da F1 veio à tona nesta semana. Os proprietários do circuito de Silverstone anunciaram o rompimento do contrato com a categoria, o que significa que não há garantias da realização do GP da Inglaterra de 2020 em diante.

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Por que a situação chegou a esse ponto? O que deu de errado nas conversas entre a F1 e Silverstone? Há alternativas para o futuro do GP da Inglaterra ou a categoria está a caminho de perder de vez a corrida?

Entenda toda a situação em três minutos na edição de #2 do Giro Rápido! Assista o vídeo acima e aproveite a carona para curtir o vídeo e se inscrever em nosso canal.

 Comunicar Erro

Bruno Ferreira

Sempre gostou de automobilismo e assiste às corridas desde que era criança. A paixão atingiu outro patamar quando viu – e ouviu – um carro de F1 ao vivo pela primeira vez. Depois disso, o gosto pelas corridas acabou se transformando em profissão. Iniciou sua trajetória como jornalista especializado em automobilismo em 2010, no mesmo ano em que se formou, quando publicou seu primeiro texto no site Tazio. De lá para cá, cobriu GPs de F1 no Brasil e no exterior, incluindo duas decisões de título (2011 e 2012), além de provas de categorias como Indy, WEC, WTCC e Stock Car.

  • Luigi G. Peceguini

    Essa notícia me causa uma tristeza imensa, pois, se a Liberty tiver metade da fome por dinheiro que o Bernie tinha… adeus GP da Inglaterra.

  • Dox

    A Inglaterra tem a segunda maior dívida externa do mundo, girando em torno de 10 trilhões de dólares.
    A maior dívida é dos EUA, com 16 trilhões, e a dona da F1 é de lá, provavelmente contribuindo para estes números.
    A própria F1 foi vendida a ela carregando consigo uma dívida de 4 bilhões de dólares.
    Como diriam alguns, contra números não há argumentos, e dívidas são oriundas de más administrações e de políticas financeiras desastrosas e que não funcionam.
    Segundo os economistas, o capitalismo está falido e suas consequências estão brotando em vários setores, principalmente nos que não trazem retorno para as primeiras necessidades vitais da humanidade.
    Acredito que de hoje para o futuro, muitas das diversões serão deixadas de lado para fixarmos no que realmente tem importância para a maioria das pessoas, e automobilismo não está incluído nisso.
    Portanto, acho que, infelizmente, haverão outros focos similares à possível saída de Silverstone do calendário da F1.
    E tenho certeza absoluta que a aquisição da F1 pela Liberty não passou de uma jogada econômica para que esta dívida astronômica ganhe fôlego, para que não seja executada, e que a categoria não entre num colapso total.
    E convenhamos … corrida de F2, ou GT, ou MotoGP, dá de 10 nas de F1, e o público mais esclarecido não vê valor real num ingresso de 200 dólares para ver algo sem emoção, cheio de cuidados, distante do conteúdo que um dia a categoria já teve.