Jogo de equipe na F1: válido ou condenável? | Debate Motor #127

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Sempre que acontece aquela manobra de um piloto facilitando a ultrapassagem para o companheiro de equipe, já sabemos que vem polêmica. A maior parte do público não gosta, e sempre temos aquela discussão sobre o que é ético e que não é na questão das ordens vindas dos boxes na F1 e no automobilismo em geral.

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Nos tempos de hoje, em que as conversas de rádio são acessadas por todos tanto nas transmissões da televisão e rádio quanto através do aplicativo oficial da categoria, o que deixa tudo ainda mais às claras, e talvez cause até mais irritação por parte dos fãs.

No GP da Alemanha de 2018, os dois principais times da F1, Ferrari e Mercedes, utilizaram do artifício e mais uma vez o tema veio a ser debatido. É válido? É condenável? Existem casos que é válido e outros que devem ser condenados? Deveria existir uma regra que proibisse?

A questão é bastante ampla e pode ser vista por vários ângulos. E os pilotos? Eles deveriam começar a se negar a entregar suas posições? E os que são beneficiados? Deveriam se mostrar contra, mesmo que sejam ajudados?

O Debate Motor desta semana resolveu mexer neste vespeiro e analisar toda a questão do jogo de equipe, os casos históricos e como FIA, equipes, pilotos e fãs podem encarar da melhor forma este artifício, que é usado desde da era dos Grandes Prêmios antes da existência da F1, e que muitas vezes é visto com alguma hipocrisia.

O programa é transmitido todas as quintas-feiras às 21 horas (de Brasília) AO VIVO e conta com a participação de espectadores através das redes sociais e pelo chat no Youtube. Caso você não consiga acompanhar neste horário, pode assistir a qualquer momento no vídeo no alto desta nota ou diretamente no nosso canal no Youtube.

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 Comunicar Erro

Lucas Santochi

Mais um fanático da gangue que criou vínculo com automobilismo desde a infância. Acampou diversas vezes nas calçadas ao redor de Interlagos para assistir aos GPs e nunca esqueceu a primeira vez que, ainda do lado de fora do autódromo, ouviu o barulho de F1 acelerando pela reta. Jornalista formado em 2004, passou por redações na época da TV Band e Abril, teve experiência na área de assessoria de comunicação esportiva até chegar ao site especializado em esporte a motor Tazio, em 2010. Passou pelas funções de redator, repórter (cobrindo diversas corridas no Brasil e exterior de F1, Indy, WEC, Stock Car, entre outras) e subeditor até o final de 2013, quando o veículo encerrou suas atividades. Trabalhou ainda como redator do UOL Esporte em 2014 até que decidiu se juntar com os outros três membros do Projeto Motor para investir na iniciativa.