Melhores de 2015: o moderno câmbio da F1, turbo x altitude e Stalin

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Ainda em ritmo de réveillon, a primeira publicação de 2016 no Projeto Motor dá prosseguimento à série Melhores de 2015, um “best of” com os melhores artigos que publicamos no ano recém-terminado.

Na sétima parte da compilação, apresentamos dois textos de conteúdo técnico e um com abordagem histórica. Confere abaixo:

Como funciona o complexo sistema de câmbio automatizado na F1

Câmbio Automatizado

Leonardo Felix explica um pouco mais sobre os mistérios do câmbio “semiautomático” utilizado na F1 – ou automatizado, nomenclatura optada pelo autor. Nosso querido Leonardo não poupou no detalhismo e há uma série de desenhos legais no texto que te fazem entender de forma didática o complexo conjunto de transmissão no esporte sem você se perder numa série de terminologias de engenheiro.

Turbo e altitude: a soma perfeita para a F1 voltar a bater os 360 km/h

Mexican GP Saturday 31/10/15

O mago e secretário-chefe Lucas Santochi observa como a adoção do turbo na F1 ajudou a diminuir a perda de potência que os motores tradicionalmente sofrem em lugares altos, como Cidade do México e Interlagos. Santochi também explica como isso foi fundamental para os carros atingiram altas velocidades em Hermanos Rodríguez.

Auto Union e socialismo: o misterioso fiasco da equipe de corridas de Stalin

Sokol Typ 650

Lucas Berredo desenterra um caso pouco divulgado na história mainstream do automobilismo: uma escuderia soviética capitaneada pelo filho do ditador Josef Stalin. A equipe utilizaria um modelo alternativo dos Auto Union dos anos 30 e participaria primeiramente da F2 Europeia. Berredo conta como se deu a ascensão e a queda da operação.

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