Nova logo da F1: o que a mudança significa? | Giro Rápido #7

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Um assunto deu o que falar após o encerramento da temporada de 2017: a mudança na logo da F1, que será adotada em tempo integral a partir do ano que vem.

A novidade provocou reações das mais diversas: houve quem achou o resultado desagradável esteticamente, além de considerar a mudança desnecessária. Já outros aprovaram o que foi visto, considerando a solução simples, elegante e moderna.

É verdade que qualquer alteração em algo já estabelecido provoca estranheza. A logo antiga era utilizada desde 1994, de modo que fãs do mundo inteiro já estavam acostumados a relacionar o criativo desenho à Fórmula 1. O famoso “F1″, com um algarismo extra “escondido” no meio, já era umas das imagens mais icônicas de todos os esportes.

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Mas, independentemente de qualquer opinião, a mudança já é algo consumado. E a revelação da nova logo (e a explicação de seus conceitos) indicam algumas coisas importantes a respeito da estratégia dos donos do Liberty Media para o futuro da F1.

Agora ficou bastante claro: a categoria mergulhará de cabeça no mundo digital com uma solução pensada exatamente com essa finalidade, e a imagem que ela tinha desde as décadas passadas, sob a gestão de Bernie Ecclestone, deve ficar para trás.

É isso que explicamos na edição #7 do Giro Rápido! Em nosso vídeo curto de análises sobre temas relevantes da F1, analisamos como que a mudança, independentemente se será bem sucedida ou não, reflete o pensamento de Chase Carey, Sean Bratches e companhia.

Assista ao vídeo – aproveite também e deixe sua curtida e assine nosso canal – e diga nos comentários: você gostou da nova logo e acha que ela vai ser um sucesso?

 

 Comunicar Erro

Bruno Ferreira

Sempre gostou de automobilismo e assiste às corridas desde que era criança. A paixão atingiu outro patamar quando viu – e ouviu – um carro de F1 ao vivo pela primeira vez. Depois disso, o gosto pelas corridas acabou se transformando em profissão. Iniciou sua trajetória como jornalista especializado em automobilismo em 2010, no mesmo ano em que se formou, quando publicou seu primeiro texto no site Tazio. De lá para cá, cobriu GPs de F1 no Brasil e no exterior, incluindo duas decisões de título (2011 e 2012), além de provas de categorias como Indy, WEC, WTCC e Stock Car.

  • Gil Duarte Rocha

    Olá de novo Projeto Motor

    Com a entrada da Liberty Media na F1 eu estava um pouco receoso por se tratar de um grupo Americano. Mas, à medida que o tempo passa eles vão dando provas que afinal sabem do ADN desta prova. Tal como vocês mencionaram, a entrada no mundo digital era necessário. Na minha opinião, tão necessário como um bom regulamento para 2021. Liberty Media esteve bem
    As punições estão mais liberais, o regulamento para 2021 tem tudo para ser bom, o espetáculo da F1 aparenta estar melhor (não posso ver ao vivo porque Portugal ainda não tem GP) e eu pergunto: se estão a haver estas mudanças todas porque não haver uma mudança no logo? Faz sentido! Na minha opinião o logo não tem nada a ver com a cultura nacionalista da Liberty Media. Está simples, redondinho, perfeito! Se preferia o outro? Sim, mas gostavam mesmo daquele 1 a cor vermelha com o rasto atrás? Duvido.
    Já ouvi de tudo. Desde “isto está errado. A F1 vai de mal a pior” a “dá vontade de não ver F1″. Há muita gente presa (e parada) na era do Bernie. Liberty Media faz e continuará a fazer mudanças

    Continuem com o excelente trabalho. Abraço