O dia em que a Red Bull foi movida pelo Lado Negro da Força em Mônaco

0

A franquia de ficção científica Star Wars vai comover fãs em todas as partes do mundo nesta quinta-feira (17) com a estreia de Episódio VII: O Despertar da Força. Sétima edição da saga, o longa dá início a uma nova trilogia no mundo criado por George Lucas e aposta na mistura de velhos e novos personagens para revitalizar a epopeia que já se tornou um marco no cinema americano dos anos 70 e 80 – especialmente pelo pioneirismo técnico em efeitos especiais.

Dez anos atrás, quando era um pouco mais popular que hoje, a F1 deu uma força para o mundo de Star Wars. Na semana de lançamento de Episódio III: A Vingança dos Sith, filme que encerra a segunda trilogia da saga, a Red Bull armou talvez o crossover mais genial que já aconteceu entre uma equipe esportiva e uma franquia de cinema.

LEIA MAIS: Destrinchamos os 25 comandos presentes no volante da Red Bull em 2015

Durante o GP de Mônaco, o time de Milton Keynes, até então o caçula da F1 – e verdade seja dita, com uma postura muito menos sisuda do que apresenta hoje –, se apresentou no paddock como se estivesse em Tattooine. Os carros de David Coulthard e Vitantonio Liuzzi foram pintados com o “patrocínio” do filme, assim como o motorhome, os mecânicos se vestiram como clones (você pode ver isso na galeria abaixo) e o diretor executivo Christian Horner ficou o tempo inteiro cercado de Stormtroopers do Império – para os que não são inteirados na ópera espacial, aqueles soldados de armadura branca que andam com um capacete à la Simpson Bandit.

Foi uma festa. Até Darth Vader e Chewbacca apareceram.  Pena que a presença ilustre do personagem central da saga não deu sorte para a RBR: Coulthard largou em sétimo, mas abandonou na 24ª volta, enquanto Liuzzi desistiu a 19 giros do fim, com uma falha mecânica.

De fato, não dá para brincar com o Lado Negro da Força.

Este slideshow necessita de JavaScript.

 Comunicar Erro

Lucas Berredo

Natural de Belém do Pará, tem uma relação de longa data com o automobilismo, uma vez que, diz sua família, torcia por Ayrton Senna quando sequer sabia ler e escrever. Já adolescente, perdeu o pachequismo e passou a se interessar pelo estudo histórico do esporte a motor, desenvolvendo um estranho passatempo de compilar matérias e dados estatísticos. Jornalista desde os 18 anos, passou por Diário do Pará e Amazônia Jornal/O Liberal, cobrindo primariamente as áreas cultural e esportiva como repórter e subeditor. Aos 22, mudou-se para São Paulo, trabalhando finalmente com automobilismo no site Tazio, onde ficou de 2011 até o fim de 2013. Em paralelo ao jornalismo, teve uma rápida passagem pelo mercado editorial. Também é músico.