Quatro Rodas

O que dá para esperar do novo conceito da F1 para 2021?

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A F1 divulgou as primeiras artes conceituais das propostas para o regulamento técnico aerodinâmico que ela pretende colocar em prática em 2021.

Foram três conceitos apresentados, sendo que cada um representa o estágio de desenvolvimento das ideias. O conceito 1 conta com linhas mais conservadoras, com um visual relativamente convencional.

O conceito 2 foi um passo além, com linhas agressivas por todo o carro, mas especialmente nas asas e em outros aparatos aerodinâmicos. E, por fim, a terceira versão, que abraça o visual mais futurista e leva alguns conceitos ao extremo.

Apesar das ideias distintas, também é possível perceber itens que já haviam sido confirmados anteriormente. Há a presença das rodas maiores, de 18 polegadas, assim como a evolução do halo já prevista pela FIA para a temporada de 2021 – a intenção é melhorar a estética e a integração com o carro sem comprometer a capacidade de proteção.

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O diretor técnico da F1, Ross Brawn, esclareceu que o regulamento aerodinâmico de 2021 tem dois objetivos principais. O primeiro é um desejo recorrente da F1 de diminuir a turbulência provocada pelos carros para permitir que um piloto possa seguir o rival da frente sem perder muito rendimento.

O segundo objetivo é tornar os carros mais atraentes esteticamente. Brawn se sente frustrado que os carros da F1 sejam mais bonitos no videogame do que na vida real. Então, ele quer que os fãs sintam o desejo de ter um pôster com a foto dos carros na parede do quarto. Ou seja, quer recriar o fascínio do público com o carro de corrida.

No vídeo posicionado no topo desta nota, contamos os detalhes de cada proposta, mas também explicamos por que ainda é cedo demais para traçar qualquer conclusão definitiva. Já podemos adiantar que, apesar das artes divulgadas pela F1, dificilmente os carros terão aquela aparência exata quando forem desenvolvidos pelas equipes.

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Bruno Ferreira

Sempre gostou de automobilismo e assiste às corridas desde que era criança. A paixão atingiu outro patamar quando viu – e ouviu – um carro de F1 ao vivo pela primeira vez. Depois disso, o gosto pelas corridas acabou se transformando em profissão. Iniciou sua trajetória como jornalista especializado em automobilismo em 2010, no mesmo ano em que se formou, quando publicou seu primeiro texto no site Tazio. De lá para cá, cobriu GPs de F1 no Brasil e no exterior, incluindo duas decisões de título (2011 e 2012), além de provas de categorias como Indy, WEC, WTCC e Stock Car.