Parceiros de equipe em colisão na F1: como lidar? | Debate Motor #115

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A história da F1 é recheada de companheiros de equipe que se estranharam fora e principalmente dentro das pistas. Rivalidades clássicas foram forjadas como Carlos Reutemann e Alan Jones, Gilles Villeneuve e Didier Pironi, Nigel Mansell e Nelson Piquet, Sebastian Vettel e Mark Webber, Nico Rosberg e Lewis Hamilton e, claro, a mais famosa de todas, Alain Prost e Ayrton Senna. Isso sem falar em inúmeras outras.

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No GP do Azerbaijão de 2018, após uma dura briga que já durava voltas, Max Verstappen e Daniel Ricciardo, companheiros de Red Bull acabaram batendo e ambos abandonaram a corrida.

Além da discussão sobre quem estava certo ou errado no lance (sempre tem disso na F1), muita gente levantou a hipótese de que o time deveria ter controlado seus pilotos dando com ordens para não acontecerem divididas e até uma preferência para quem está mais bem colocado no campeonato ou mais rápido na pista.

E aí? Qual é a maneira certa de lidar com este tipo de briga? Intervir em favor de um dos lados é a melhor opção? Mudar as estratégias para que os competidores se encontrem menos na pista? Ou o bom mesmo é deixar os pilotos lutarem livremente, como muitos fãs da F1 preferem, mas assumindo o risco de um acidente?

Esse é o tema da edição 115 do Debate Motor, programa do Projeto Motor que é transmitido todas as quintas-feiras AO VIVO às 21 horas (de Brasília). Você pode assistir sempre no vídeo que está no alto deste texto ou no nosso canal no Youtube.

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