Plantão Motor – Entenda o novo regulamento de motores da F1 para 2021

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Um sistema de propulsão ainda híbrido, mas menos complexo: V6 com só um turbo (e não dois, como se especulara), de dimensões pré-determinadas, MGU-K (a central de recuperação de energia cinética das frenagens) mais potente e com armazenagem padronizada da energia elétrica gerada. Esta será a solução aplicada aos carros da F1 a partir de 2021.

Além disso, a categoria aumentará em 3 mil rpm o limite de giros da usina a combustão (de 11 para 14 mil) e dará fim ao MGU-H, módulo que promove uma recuperação de energia a partir dos gases da turbina e que, além de ser o item mais complicado e caro do atual pacote, é o principal responsável pelo atual ronco abafado dos bólidos.

Quer entender melhor as implicações que esta importante transição de regulamento gerarão para a principal categoria automobilística mundial? O comitê editorial do Projeto Motor analisa o novo cenário na estreia do Plantão Motor.

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 Comunicar Erro

Modesto Gonçalves

Começou a acompanhar automobilismo de forma assídua em 1994, curioso com a comoção gerada pela morte de Ayrton Senna. Naquela época, tomou a errada decisão de torcer por Damon Hill em vez de Michael Schumacher, por achar mais legal a combinação da pintura da Williams com o capacete do britânico. Até hoje tem que responder a indagações constrangedoras sobre a estranha preferência. Cursou jornalismo pensando em atuar especificamente com automóveis e corridas, e vem cumprindo o objetivo: formado em 2010, foi consultor do site especializado Tazio de meados de 2011 até o fim de 2013; desde maio de 2015 compõe o comitê editorial do Projeto Motor.

  • Victor Zero

    Até que ponto essas novidades são atrativas para montadoras que tenham interesse em aparecer na Fórmula 1?